31 agosto 2012

Beleza: 5 dicas sobre relaxamento



 
Sou dependente química. (!) Uso  técnicas de relaxamento para os cabelos e quem também faz sabe a insegurança que bate na hora de testar um novo produto ou mudar de salão. E se meu cabelo cair? E se o efeito não for o que eu espero? E se a raiz ficar diferente? E se o cabelo ficar fraco? Ontem fui ao salão fazer relaxamento e aproveitei para tirar minhas dúvidas com Diego Leão, lá do Espaço VIP. Reuni cinco dicas que ele me deu para orientar quem passa por aqui e vive esse mesmo meu dilema. Essa relação de amor e ódio com os fios. Esse romance químico... ahahah

1. PRINCÍPIO ATIVO
Guanidina, hidróxido de sódio, amônia, selagem, carbossisteína. Existem diversos produtos com princípios ativos diferentes no mercado para as técnicas de relaxamento e alisamento. Cada uma indicada para um tipo de fio de cabelo. Com uma aplicação diferente indicada para o estado em que o cabelo se encontra. Quem define isso?! O profissional que você escolhe para cuidar do seu cabelo. Não tem jeito. Como fazer dar certo?! Procurando um bom profissional.  Vale indicação da amiga, pesquisa sobre bons nomes... É importante conversar muito com o cabeleireiro, falar o que você já fez no cabelo. Ele precisa conhecer os seus fios. Uma dica. Se o cabelo nem olhou direito pra sua cara e nem soltou o seu cabelo para analisá-lo e já falou o tratamento que vai fazer, fuja correndo.

2. COMPATIBILIDADE
Usou um determinado princípio ativo e não gostou do resultado? Hora de mudar. Algumas químicas são compatíveis. Diego explica que a selagem, por exemplo, é compatível com quase todo tipo de relaxamento. Se quer mudar para uma técnica não compatível com a utilizada anteriormente, vai precisar esperar mais um pouco e fortalecer bastante os fios. O cabeleireiro precisa saber o que você utilizou, para definir a melhor opção. Portanto, pergunte muito sobre o produto que será utilizado. Você precisa saber o que vão colocar no seu cabelo.

3. RESULTADO
Uma boa aplicação garante um bom resultado. E isso, vai da escolha do profissional. No caso da guanidina, princípio ativo que  eu uso, o produto é aplicado e o profissional apenas alinha os fios e os enluva. Nada de puxões! “O profissional deve observar se as cadeias de queratina já se desprenderam. Essa é a hora de lavar. Basta testar com um fio. Não precisa puxar”, explica Diego. É importante também relaxar na direção do crescimento do fio. Chegou o efeito, lava para retirar o produto e aplica um neutralizante, para o produto parar de fazer efeito. Depois vem a parte da hidratação.

4. REPOSIÇÃO DE NUTRIENTES
Hidratar após o relaxamento é superimportante, para repor os nutrientes que o cabelo perde no processo. Se o cabelo é bem sofrido e está fragilizado, é necessário mais que hidratação. Tem que repor queratina. Depois de neutralizar, é utilizado um shampoo de limpeza e aplicado um preparado de queratina, que age em 10 minutos, depois enxagua. O processo pode ser refeito duas ou três vezes, dependendo do estado do cabelo.  Pronto, o cabelo está liso e recuperado. Depois de todo o processo, Diego aplica uma mistura antiressecamento, tira excesso com toalha, borrifa protetor térmico e seca.

5 CUIDANDO EM CASA
Daí você sai linda do salão, mas não pode esquecer do cuidado em casa. Usar uma hidratação profunda pelo menos duas vezes por semana é a minha dica para cuidar dos cabelos. Minha escolhida da vez é a Inner Restore Intensif, da Senscience.  Amando o resultado.


2 comentários:

  1. Oi Marcia, tb sou "depende química"! hahah Nao entendi isso que vc falou "a selagem, por exemplo, é compatível com quase todo tipo de relaxamento.", como assim é compativel? Bjs

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  2. Quis dizer o seguinte: se vc fez selagem e não ficou tão satisfeita com o resultado (aconteceu comigo, pq selagem não consegue chegar muito perto da raiz), você pode fazer um outro tipo de relaxamento - com guanidina, por exemplo -, sem medo de o cabelo cair ou de ficar fraco ou ocorrer qualquer tipo de problema. As químicas são compatíveis! bjos

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