07 outubro 2011

Chandon, velas e rosas: para bater papo até cansar

Um cantinho bem charmoso, com alma feminina, ideal para um bate-papo bem gostoso entre amigas, acompanhado de comidinhas deliciosas e, por que não, de um bom espumante?! Chandon, velas e rosas. Foi assim que o arquiteto Alan Gustavo traduziu Maria Rita em seu projeto na mostra Jardins Ambientes. 



Tendo como ponto de partida a música “Essa Mulher”, o espaço criado por Alan é acolhedor, leve e delicado. Pontuado pela cor rosa seco, o ambiente reflete a delicadeza da mulher, com objetos em tons rosados mais fortes; com uma champanheira linda, que lembra uma banheira; e com paredes rendadas – uma referência à riqueza cultural do nosso Estado.




As rendas, por sinal, são detalhes que não passam despercebidos. Elas revestem uma parede vazada com iluminação indireta, que cria um efeito incrível de iluminação, que fortalece o sentimento de bem estar no local. Nas outras paredes, ela está ali, em textura, tornando o branco rico, causando uma surpresa na aproximação.



O ambiente ainda tem um jogo de espelhos bem interessante, afinal, num lugar destinado a mulheres, o espelho não poderia ficar de fora. Um espelho inclinado dá a impressão de que o ambiente se prolonga pela lateral direita ao lado do painel de renda com iluminação indireta. (Veja na foto abaixo) Pois é, aquela segunda champanheira que parece estar em outra sala não existe. É reflexo no espelho desta aqui na frente. A sensação é de espaço ampliado e não é tão fácil perceber, por conta da inclinação da reflexão. Resultado interessante e inusitado.



Uma mesinha listrada que é um charme (e supertendência na moda) – da Coleção Híbrida, de José Marton – se destaca no centro do ambiente. Uma luminária de pé repete as listras da mesa, contribuindo para a harmonia na composição. Ao lado da luminária de pé, chama a atenção o banquinho Xique-Xique, do designer Sérgio Matos, com formato inspirado em cactus. “Além de proporcionar uma dupla função como banco ou mesa de apoio, a peça de Sérgio Matos transparece uma ousadia inusitada e contemporânea no seu design inspirado na vegetação de caatinga”, explica o arquiteto que defende a exaltação à arte nacional.

Texto e fotos: @marcinhapacheco
(Com informações da Lotti e Caldas Comunicação)

3 comentários:

  1. Márcia, adoooooro a Casa de Paetê todinha, mas os posts de decoração são os meus favoritos. rsrsrs Adoro esse mundinho! Parabéns pelo blog, tá cada vez melhor!

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  2. Bonito o resultado, mas achei o ambiente meio fake.. Cara de que ninguém usaria..

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